quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Reticências e o Medo do que virá.




Sopra à um futuro recente
Sonhos guardados e esperanças florecidas temporáriamente.
O melhor e o pior de mim,
Se entrelaçam no jogo da sobrevivência.
Diários rasgados pelo tempo.
Penas e amores.. 
No chão e no passado.
Telas ligadas,
Visões estragadas.
Consumação passiva do avanços das máquinas
E retrocesso inédito do homem..


Ter esperança hoje é algo difícil, ela existe até a proxima notícia da morte de um pai cometida pelo filho, vice versa, ou de abuso sexual, tortura (e tantas outras). Sonhos passaram a ser todos, sempre adiados para o tal do futuro, que por sua vez nunca chega. Só renova-se a promessa... futuro, futuro, futuro...! 
Os papeis...  diários, cadernos, agendas dão lugar aos note books, celulares, e-mails, blogs...
Em pensar que antes se usava, pena e tinta pra escrever uma carta. Foi-se a época. È até engraçado. Extigui-se!...
Tanto quanto, o amor. Foi algo que nos abandonou, ou... deixamos abandonar! 
Famílias, namorados, se matando (absurdo), realmente extigui-se, ainda pior... violou as escrituras.!! 
Surge o medo, a insegurança, a passividade, a consumação. 
As máquinas, equipamentos, tecnologia, evoluindo para a pequena porcentagem da população que pode que tem acesso a tal (enquanto alguns não tem nem o que comer, o que vestir, onde estudar, trabalhar), e o homem retrocedendo como nunca antes.! Os primitivos não matavam á famíla, filhos, pais.
Talvez Caim... do qual Foi posto a peregrinar incansavelmente pelas terras.
Mas hoje peregrinar apenas, seria muitíssimo pouco aos crápulas de desamor humano, desamor próprio!!!
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5 comentários:

Tati disse...

Perfeito escrito Daya!

Isabela disse...

Uau! =)

Lari disse...

Ao mesmo passo que é atual é incrível!

Deize disse...

Sou totalmente a favor de 'laranja mecânica'...rs

Adorei Day
TE AMO flor de macaxeira!

Dayane disse...

rs. Ri!

Amo Muitinhoo Dê!